Algarve Genuíno
A Nossa Terra participou na exposição Algarve Genuíno na Arena de Portimão entre 30 de Março a 1 de Abril 2012. O stand foi compartilhado com a associação cultural de Monchique – Memo.
Durante a exposição promovemos o património natural da Serra de Monchique, recolhemos novos sócios e angariamos assinaturas para a petição referente às pedreiras de feldspato propostas para a Picota. A petição online já tem 299 assinaturas e em papel recebemos mais 55 assinaturas, um total de 354.
Petição Pública – pedreiras na Picota
SABIA que…
• Duas empresas querem explorar pedreiras a céu aberto na Serra de Monchique?
• Isto afecta todas as pessoas no Barlavento Algarvio, trazendo poluição do ar, água, solo e subsolo?
• Ambas as pedreiras estão na área da rede Natura 2000, afectam a Via Algarviana, podendo reduzir o turismo local a zero?
Ajude-nos a levar isto à Assembleia da República, assinando a petição:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N21567
Algarve Genuíno – exposição
A Nossa Terra está presente na exposição Algarve Genuíno.
Algarve Genuíno
2012-03-30 a 2012-04-1
Uma montra representativa de produtos genuinamente algarvios: artesanato, doçaria, gastronomia e vinhos, folclore. Aqui poderá partilhar saberes, apreciar artesanato ao vivo, degustar os melhores sabores, assistir a colóquios e habilitar-se a ganhar um cabaz com os melhores produtos regionais.
Horário:
Dia 30/03: 17h00 – 24h00
Dia 31/03: 11h00 – 24h00
Dia 1/04: 11h00 – 22h00
Local: Portimão Arena – GPS: 37º 8′ 43”, -8+ 32′ 2”
Entrada: €1,00*
*10% da bilheteira reverte a favor de uma instituição de solidariedade social do Município
Projecto Limpar Portugal 2012
Monchique
24 de Março 2012
Ponto de encontro: Heliporto de Monchique às 09h30.
12h30 – 16h00 Piquenique com música no Barranco de Pisões.
Participantes devem trazer:
- Comida e bebida para o piquenique,
- Luvas de protecção,
- Calçado apropriado.
- Fatos de macaco/roupa apropriada,
- Sacos para lixo,
Contacto: info@anossaterra.org ou http://www.amoportugal.org/pt/local
Apoio:

Licenciamento da pesquisa mineira em Monchique – MAEPA
Última notícias hoje:
Na assinatura estiveram as empresas Iberian Resources/Colt Resources, uma concessão experimental para ouro, prata, cobre, chumbo, zinco e minerais associados, nos concelhos de Montemor-o-Novo e Évora, a CPF — Companhia Portuguesa do Ferro, que irá fazer prospecção e pesquisa de ferro e minerais associados em Torre do Moncorvo e Freixo de Estada à Cinta, e a Maepa, que irá pesquisar ouro, prata, cobre, chumbo e zinco nos concelhos algarvios de Aljezur, Monchique e Portimão.
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-assina-dez-contratos-para-exploracao-de-minerios_130411.html
Actividades no stand da Nossa Terra
Programa da Nossa Terra na I Feira de Associativismo em Monchique:
Passeios Pedestres
Árvores Monumentais e Representativas de Monchique
Sábado 22 de Outubro, 10 horas
“Fonte Santa (Malhada Quente)”
Domingo 23 de Outubro, 11h30
Inscrições:
info@anossaterra.org
963 559 253
no recinto da feira
Feira das Associações de Monchique, no quartel dos Bombeiros de Monchique
Com apoio de “Alternativtour” e “Árvores de Portugal”
Sábado dia 22 – 14h00
Estreia do filme “A era da Estupidez”
Sábado dia 22 – 12h00 e 16h00
Teatro da Rua pelo grupo de Teatro de Monchique “Sopa da Pedreira”
Resposta do Ministro da Economia à Pergunta n.º 632/XII, do Sr. Deputado Paulo Sá
Aqui pode descarregar o documento que da uma posição claramente a favor, do Ministério da Economia e do Emprego, para à pesquisa e de uma eventual exploração de minerais de feldspato na Picota, nas zonas de Corte Grande e Carapitotas.
Resposta do Ministro da Economia à Pergunta n.º 632/XII, do Sr. Deputado Paulo Sá
Exploração de feldspato em minas a céu aberto em plena Serra de Monchique
Uma delegação do Partido Comunista Português, integrando o deputado do PCP eleito pelo Algarve, Paulo Sá, reuniu, no passado fim-de-semana, com a Associação “A Nossa Terra” de Monchique, tendo ainda visitado, acompanhado por elementos desta associação ambientalista, as zonas do Corte Grande e da Carapitotas (Picota), onde duas empresas pretendem explorar depósitos minerais de feldspato em minas a céu aberto.
A Serra de Monchique, pelo seu valor e sensibilidade ecológicos, é objecto de protecção especial, integrando a rede Natura 2000 (Zona de Protecção Especial de Monchique) e ainda a Reserva Ecologia Nacional. Possui uma grande riqueza, por vezes única, quer do ponto de vista geológico, quer do ponto de vista da biodiversidade. Aí proliferam diversos espécimes de animais selvagens,inclusivamente espécies ameaçadas, como, por exemplo, a águia-de-bonelli. O seu ecossistema florestal foi identificado como uma das hot-spots forests das florestas naturais europeias.A exploração de feldspato em plena Serra de Monchique, com minas a céu aberto a rasgarem profundamente as vertentes sul da Picota, não deixaria de ter profundos e negativos impactos no ecossistema, nos recursos hídricos, na qualidade do ar, na paisagem, nas actividades económicas tradicionais e no turismo.
As populações do concelho de Monchique têm manifestado a sua profunda oposição à exploração de feldspato na Serra de Monchique, tendo sido realizado, no passado mês de Março, um abaixo-assinado neste sentido, o qual recolheu cerca de 2000 assinaturas (num concelho que, de acordo com os Censos 2011, possui uma população residente de 6037 pessoas).
Acresce ainda que, de acordo com a Associação Ambiental “A Nossa Terra”, no período de discussão pública dos pedidos de atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de feldspato na Serra de Monchique, foram remetidas à Direcção-Geral de Energia e Geologia centenas de reclamações de habitantes do concelho de Monchique e de amigos da Serra de Monchique.
A delegação do PCP manifestou a sua profunda preocupação com o facto da riqueza ambiental da Serra de Monchique poder vir a ser comprometida pela exploração de feldspato em minas a céu, circunstância que não deixaria de ter sérias repercussões negativas nas actividades económicas desenvolvidas no concelho de Monchique e concelhos limítrofes.A delegação do PCP manifestou ainda a sua solidariedade com a luta das populações em defesa da Serra de Monchique, comprometendo-se a usar o dispositivo parlamentar das perguntas ao Governo para obter informação adicional sobre o processo de atribuição de direitos de prospecção de feldspato e sobre os pareceres que, obrigatoriamente, terão que ser obtidos juntos das entidades competentes.
Sifucel – requereu licença para pesquisa na Picota
SIFUCEL-Sílicas, S. A. é a segunda empresa este ano que queria adquirir uma licença de prospecção e pesquisa de minerais de feldspato na Picota. Temos fazer todo o esforço para evitar o licenciamento de quaisquer actividades mineiras na Serra de Monchique.
Em baixo encontra-se uma ligação para descarregar uma carta que tem de ser enviada como correu registada para o DGEG que é responsável para a atribuição de licenças. O prazo para reclamar contra esta licença é de 30 dias úteis.
Publicação no Diário da República
Faz-se público, nos termos e para efeitos do n.º 1 do artigo 6o do Decreto-Lei n.º 88/90, de 16 de Março e do n.º 1 do artigo 1o do Decreto-Lei n.º 181/70, de 28 de Abril, que SIFUCEL-Sílicas, S. A., requereu a atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de feldspato, numa área “Carapitotas”, localizada no concelho de Monchique, distrito de Faro.
Convidam-se todos os interessados a apresentar reclamações, ou a manifestarem preferência, nos termos do n.º 4 do artigo 13o do Decreto -Lei n.º 90/90, de 16 de Março, por escrito com o devido fundamento, no prazo de 30 dias a contar da data da publicação do presente Aviso no Diário da República. O pedido está patente para consulta, dentro das horas de expediente, na Direcção de Serviços de Minas e Pedreiras da Direcção-Geral de Energia e Geologia, sita na Av.5 de Outubro, 87-5o Andar, 1069-039 LISBOA, entidade para quem devem ser remetidas as reclamações. O presente aviso e demais elementos estão também disponíveis na página electrónica desta Direcção-Geral. 10 de Janeiro de 2011. — O Subdirector-Geral, Carlos A. A. Caxaria.
Modelo da carta à DGEG



